Este Quinta Vale D. Maria Vinhas Velhas é um Douro que mostra bem o lado clássico e elegante da região, mas com concentração. No aroma, há fruta vermelha rica (penso logo em amora silvestre e cereja madura) e um lado floral de violeta e esteva. Na boca é suculento, equilibrado e fresco, com uma persistência final bem notável.
O essencial em 20 segundos:
- Região: Douro
- Tipo: Tinto
- Estilo: elegante, concentrado, fresco, clássico
- Corpo: médio a cheio
- Taninos: presentes e finos
- Melhor com: carnes assadas e pratos de forno com alguma riqueza
- Quando abrir: 2024–2044; servir a 16º–18º
Como se comporta no copo:
- Aroma: frutos vermelhos ricos (amora silvestre, cereja madura) com notas florais de violeta e esteva.
- Boca: estruturado, elegante e concentrado; suculento, equilibrado e fresco.
- Sensação geral: final de grande persistência, com perfil clássico do Douro.
Para quem é:
- Para quem gosta de Douro tinto clássico, com fruta rica, floral e estrutura, mas sempre com frescura.
- Se procura um tinto simples e imediato, este pede mais atenção e mesa.
Com o que eu harmonizava:
- Vitela assada
- Borrego no forno
- Cabrito assado
- Carne de vaca (assados, naco)
- Queijos curados de média a alta intensidade
Veredito pessoal:
Um Douro de vinhas velhas com tudo no sítio: fruta rica, floral, estrutura elegante e um final longo que confirma a qualidade.

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