O Lacrau Branco 2025 é um branco do Douro que pica como o escorpião que lhe dá nome — com intensidade, precisão e uma elegância que não se esquece. Com 16,5 pontos na Vinho Grandes Escolhas e 16 pontos na Revista de Vinhos, este vinho nasce de um lote impressionante de cinco castas autóctones — Gouveio, Rabigato, Moscatel Galego, Verdelho e Viosinho — que juntas criam uma sinfonia de mineralidade, frescura, notas florais e tropicais. A vinificação é um exercício de rigor: desengace total, prensagem de uvas inteiras, defecação estática e fermentação em inox com controlo de temperatura, seguida de envelhecimento sobre borras finas. O resultado é um branco de cor esverdeada intensa, acidez doce e volumosa, e um final persistente que fica na memória. Com 13% de álcool, um pH de 3,24 e uma acidez total de 6,7 g/L, o Lacrau é a prova de que o Douro produz brancos com nervo, carácter e profundidade.
O essencial em 20 segundos:
- Região: Douro, Portugal
- Tipo: Vinho Branco
- Estilo: mineral, fresco, floral e tropical com acidez volumosa
- Corpo: médio
- Graduação: 13%
- Castas: Gouveio, Rabigato, Moscatel Galego, Verdelho, Viosinho
- Vinificação: prensagem de uvas inteiras, defecação estática, inox + borras finas
- Melhor com: tapas, peixes grelhados e massas com legumes salteados
- Quando abrir: quando quiser um branco do Douro com 16,5 pts, cinco castas e mineralidade vibrante
Cinco castas, um Douro completo:
O nome Lacrau — escorpião em português — evoca o Douro mais selvagem e autêntico, aquele onde a natureza se impõe e o terroir fala mais alto do que a intervenção humana. E este branco é a expressão líquida dessa filosofia. O lote de cinco castas é uma das composições mais completas e ambiciosas que se encontram nos brancos do Douro: o Gouveio traz corpo, elegância e notas de fruta madura de caroço; o Rabigato contribui com a sua acidez nervosa e cortante, a espinha dorsal mineral do vinho; a Moscatel Galego acrescenta a exuberância aromática floral e tropical que torna o nariz tão sedutor; o Verdelho oferece frescura atlântica e uma acidez vibrante que prolonga o final; e o Viosinho completa com finesse, complexidade e delicadeza. Cada casta tem um papel definido, e juntas criam um branco que é maior do que a soma das partes. A vinificação é um exercício de precisão e respeito pela matéria-prima: desengace total para evitar amargores; prensagem de uvas inteiras — o método mais delicado, que extrai apenas o mosto mais puro e límpido; defecação estática para clarificação natural sem intervenção química agressiva; fermentação em cubas de inox com controlo de temperatura para preservar os aromas primários; e envelhecimento sobre borras finas para acrescentar textura, cremosidade e complexidade sem recorrer a madeira. É uma vinificação que diz: a fruta e o terroir bastam.
Como se comporta no copo:
- Visual: cor esverdeada intensa — vibrante, jovem e luminosa, que anuncia frescura e vitalidade desde o primeiro olhar.
- Aroma: mineral e fresco como nota de fundo, com camadas de notas elegantes, florais e tropicais que se desdobram lentamente. A Moscatel Galego traz a exuberância floral, o Verdelho acrescenta frescura cítrica, e o Viosinho oferece complexidade subtil. É um nariz que convida a cheirar várias vezes.
- Boca: acidez doce e equilibrada — uma dualidade fascinante que significa que há frescura vibrante mas também uma sensação de fruta madura que suaviza o conjunto. O corpo é volumoso, com uma presença em boca que surpreende para um branco de 13%. A textura das borras finas confere uma cremosidade subtil que envolve o palato.
- Final: persistente e mineral, com as notas florais e tropicais a prolongarem-se numa despedida elegante que pede o próximo golo.
- Sensação geral: um branco que combina a frescura atlântica do Verdelho com a opulência duriense da Moscatel e do Gouveio, tudo sustentado pela acidez nervosa do Rabigato. É um vinho de contrastes harmoniosos — mineral e tropical, fresco e volumoso, elegante e persistente.
Para quem é:
- Para quem procura um branco do Douro com 16,5 pontos na Vinho Grandes Escolhas e reconhecimento internacional no Decanter e Vinalies.
- Para quem aprecia a diversidade de castas — cinco variedades autóctones num lote que oferece complexidade e equilíbrio raros.
- Para quem valoriza brancos minerais e frescos com acidez vibrante e final persistente.
- Para quem quer um branco versátil à mesa — das tapas ao peixe grelhado, das massas aos legumes salteados.
- Se procura um branco neutro e sem personalidade, o Lacrau vai surpreendê-lo com a sua intensidade mineral e exuberância aromática — e provavelmente conquistá-lo.
Com o que eu harmonizava:
- Tapas variadas — pataniscas de bacalhau, croquetes e pimentos padron
- Robalo grelhado com azeite, alho e ervas frescas
- Dourada ao sal com legumes assados
- Massas com legumes salteados — courgette, espargos e tomate cherry
- Amêijoas à Bulhão Pato
- Salada de polvo com cebola roxa e coentros
- Sushi e sashimi variados
- Queijos frescos de cabra com mel e nozes
Ficha rápida:
- Produtor: Lacrau
- Marca: Lacrau
- Colheita: 2025
- Tipo: Vinho Branco
- Castas: Gouveio, Rabigato, Moscatel Galego, Verdelho, Viosinho
- Vinificação: desengace total, prensagem de uvas inteiras, defecação estática, fermentação em inox, envelhecimento sobre borras finas
- Região: Douro
- Volume: 750 ml
- Álcool: 13%
- Alergénios: contém sulfitos
Declaração nutricional (por 100 ml):
- Energia: 79 Kcal / 331 KJ
- Lípidos: 0 g (dos quais saturados: 0 g)
- Hidratos de carbono: 0,8 g (dos quais açúcares: 0,1 g)
- Proteínas: 0 g
- Sal: 0 g
- Acidez volátil: 4,8
- Acidez total: 6,7
- pH: 3,24
Críticas e prémios:
- 16,5 pontos — Vinho Grandes Escolhas
- 16 pontos — Revista de Vinhos
- Medalha de Prata — Vinalies Internationales 2014 (outras colheitas)
- Medalha de Bronze — Decanter World Wine Awards 2013 (outras colheitas)
- Recomendado — Decanter World Wine Awards 2011 (outras colheitas)
Conselhos de armazenamento e serviço:
- Armazenar: garrafa deitada, a uma temperatura de 15°C, ao abrigo da luz direta.
- Servir: entre 10°C e 11°C. A esta temperatura, a mineralidade e as notas florais e tropicais expressam-se com elegância, e a acidez volumosa mantém a frescura sem agressividade.
Veredito pessoal:
O Lacrau Branco 2025 é um daqueles brancos do Douro que nos fazem repensar o que a região pode oferecer para além dos tintos monumentais. Com cinco castas autóctones num único lote, este vinho é uma enciclopédia duriense em forma líquida — cada casta contribui com a sua personalidade, e o resultado é um branco de uma complexidade e harmonia que poucos conseguem. A cor esverdeada intensa é o primeiro sinal de que estamos perante algo diferente — vibrante, jovem, cheio de energia. O nariz é uma viagem pelo Douro: a mineralidade do xisto, as flores da Moscatel, os trópicos do Gouveio, a frescura do Verdelho e a finesse do Viosinho. Na boca, a acidez doce e volumosa é a grande estrela — há frescura mas também generosidade, há nervo mas também equilíbrio. O pH de 3,24 e a acidez total de 6,7 g/L confirmam o que o palato já sabia: este é um branco com estrutura e longevidade. O final persistente é a cereja no topo — mineral, floral e memorável. Os 16,5 pontos da Vinho Grandes Escolhas e as medalhas no Decanter e Vinalies são a confirmação internacional de que o Lacrau é um branco de classe superior. E o melhor de tudo? É um vinho que se bebe com facilidade e prazer, que funciona das tapas ao peixe grelhado, e que prova que o Douro, quando quer, faz brancos que rivalizam com os melhores de Portugal. O escorpião pica — e a picada é deliciosa.
Perguntas frequentes sobre este vinho: ❓
O que torna o Lacrau Branco 2025 diferente de outros brancos do Douro?
A combinação de cinco castas autóctones — Gouveio, Rabigato, Moscatel Galego, Verdelho e Viosinho — num lote que oferece uma complexidade aromática e uma estrutura de boca raras. A maioria dos brancos do Douro utiliza duas ou três castas; o Lacrau vai mais longe, criando um vinho com mineralidade, frescura, notas florais e tropicais, e um final persistente. Os 16,5 pontos na Vinho Grandes Escolhas confirmam a sua qualidade.
O que é a defecação estática e para que serve?
A defecação estática é um processo de clarificação natural do mosto que consiste em deixá-lo repousar em repouso após a prensagem, permitindo que as partículas sólidas se depositem no fundo por gravidade. O mosto límpido é depois separado das borras grossas antes da fermentação. É um método suave que preserva a qualidade aromática do mosto sem recorrer a tratamentos químicos agressivos.
Quais são as castas e o que cada uma contribui?
O lote inclui cinco castas: o Gouveio traz corpo e notas de fruta madura; o Rabigato contribui com acidez nervosa e mineralidade; a Moscatel Galego acrescenta exuberância floral e tropical; o Verdelho oferece frescura vibrante e acidez atlântica; e o Viosinho completa com finesse e complexidade aromática. Juntas, criam um branco de grande equilíbrio e profundidade.
A que temperatura devo servir o Lacrau Branco 2025?
Recomenda-se servir entre 10°C e 11°C. A esta temperatura, a mineralidade e as notas florais e tropicais expressam-se com elegância, e a acidez volumosa mantém a frescura sem agressividade. Evite servir demasiado frio (abaixo de 8°C) para não inibir a complexidade aromática das cinco castas.
O Lacrau Branco 2025 tem potencial de guarda?
Com um pH de 3,24, acidez total de 6,7 g/L e envelhecimento sobre borras finas, este branco tem estrutura para evoluir favoravelmente durante 2 a 3 anos em condições adequadas. No entanto, a sua frescura e exuberância aromática estão no auge agora, sendo o momento ideal para o desfrutar.
O que significa o nome Lacrau?
Lacrau é a palavra portuguesa para escorpião — um animal que habita as zonas mais quentes e agrestes do Douro. O nome evoca a identidade selvagem e autêntica da região, e reflete o carácter do vinho: intenso, preciso e com uma picada de acidez que não se esquece.
Este vinho contém alergénios?
Sim, contém sulfitos, utilizados como conservante e antioxidante. Os ingredientes incluem ainda poliaspartato de potássio e goma-arábica, utilizados como estabilizadores para garantir a limpidez e a estabilidade do vinho ao longo do tempo.
--- **Título (66 caracteres):** Lacrau Branco 2025 — 16,5 Pontos, 5 Castas e Mineralidade do Douro **Descrição (137 caracteres):** Review do Lacrau Branco 2025 do Douro. 5 castas, 16,5 pts VGE e 16 pts RV. Mineral, floral e tropical. Acidez volumosa e persistente.
O Lacrau Branco 2025 é um branco do Douro que pica como o escorpião que lhe dá nome — com intensidade, precisão e uma elegância que não se esquece. Com 16,5 pontos na Vinho Grandes Escolhas e 16 pontos na Revista de Vinhos, este vinho nasce de um lote impressionante de cinco castas autóctones — Gouveio, Rabigato, Moscatel Galego, Verdelho e Viosinho — que juntas criam uma sinfonia de mineralidade, frescura, notas florais e tropicais. A vinificação é um exercício de rigor: desengace total, prensagem de uvas inteiras, defecação estática e fermentação em inox com controlo de temperatura, seguida de envelhecimento sobre borras finas. O resultado é um branco de cor esverdeada intensa, acidez doce e volumosa, e um final persistente que fica na memória. Com 13% de álcool, um pH de 3,24 e uma acidez total de 6,7 g/L, o Lacrau é a prova de que o Douro produz brancos com nervo, carácter e profundidade.
O essencial em 20 segundos:
- Região: Douro, Portugal
- Tipo: Vinho Branco
- Estilo: mineral, fresco, floral e tropical com acidez volumosa
- Corpo: médio
- Graduação: 13%
- Castas: Gouveio, Rabigato, Moscatel Galego, Verdelho, Viosinho
- Vinificação: prensagem de uvas inteiras, defecação estática, inox + borras finas
- Melhor com: tapas, peixes grelhados e massas com legumes salteados
- Quando abrir: quando quiser um branco do Douro com 16,5 pts, cinco castas e mineralidade vibrante
Cinco castas, um Douro completo:
O nome Lacrau — escorpião em português — evoca o Douro mais selvagem e autêntico, aquele onde a natureza se impõe e o terroir fala mais alto do que a intervenção humana. E este branco é a expressão líquida dessa filosofia. O lote de cinco castas é uma das composições mais completas e ambiciosas que se encontram nos brancos do Douro: o Gouveio traz corpo, elegância e notas de fruta madura de caroço; o Rabigato contribui com a sua acidez nervosa e cortante, a espinha dorsal mineral do vinho; a Moscatel Galego acrescenta a exuberância aromática floral e tropical que torna o nariz tão sedutor; o Verdelho oferece frescura atlântica e uma acidez vibrante que prolonga o final; e o Viosinho completa com finesse, complexidade e delicadeza. Cada casta tem um papel definido, e juntas criam um branco que é maior do que a soma das partes. A vinificação é um exercício de precisão e respeito pela matéria-prima: desengace total para evitar amargores; prensagem de uvas inteiras — o método mais delicado, que extrai apenas o mosto mais puro e límpido; defecação estática para clarificação natural sem intervenção química agressiva; fermentação em cubas de inox com controlo de temperatura para preservar os aromas primários; e envelhecimento sobre borras finas para acrescentar textura, cremosidade e complexidade sem recorrer a madeira. É uma vinificação que diz: a fruta e o terroir bastam.
Como se comporta no copo:
- Visual: cor esverdeada intensa — vibrante, jovem e luminosa, que anuncia frescura e vitalidade desde o primeiro olhar.
- Aroma: mineral e fresco como nota de fundo, com camadas de notas elegantes, florais e tropicais que se desdobram lentamente. A Moscatel Galego traz a exuberância floral, o Verdelho acrescenta frescura cítrica, e o Viosinho oferece complexidade subtil. É um nariz que convida a cheirar várias vezes.
- Boca: acidez doce e equilibrada — uma dualidade fascinante que significa que há frescura vibrante mas também uma sensação de fruta madura que suaviza o conjunto. O corpo é volumoso, com uma presença em boca que surpreende para um branco de 13%. A textura das borras finas confere uma cremosidade subtil que envolve o palato.
- Final: persistente e mineral, com as notas florais e tropicais a prolongarem-se numa despedida elegante que pede o próximo golo.
- Sensação geral: um branco que combina a frescura atlântica do Verdelho com a opulência duriense da Moscatel e do Gouveio, tudo sustentado pela acidez nervosa do Rabigato. É um vinho de contrastes harmoniosos — mineral e tropical, fresco e volumoso, elegante e persistente.
Para quem é:
- Para quem procura um branco do Douro com 16,5 pontos na Vinho Grandes Escolhas e reconhecimento internacional no Decanter e Vinalies.
- Para quem aprecia a diversidade de castas — cinco variedades autóctones num lote que oferece complexidade e equilíbrio raros.
- Para quem valoriza brancos minerais e frescos com acidez vibrante e final persistente.
- Para quem quer um branco versátil à mesa — das tapas ao peixe grelhado, das massas aos legumes salteados.
- Se procura um branco neutro e sem personalidade, o Lacrau vai surpreendê-lo com a sua intensidade mineral e exuberância aromática — e provavelmente conquistá-lo.
Com o que eu harmonizava:
- Tapas variadas — pataniscas de bacalhau, croquetes e pimentos padron
- Robalo grelhado com azeite, alho e ervas frescas
- Dourada ao sal com legumes assados
- Massas com legumes salteados — courgette, espargos e tomate cherry
- Amêijoas à Bulhão Pato
- Salada de polvo com cebola roxa e coentros
- Sushi e sashimi variados
- Queijos frescos de cabra com mel e nozes
Ficha rápida:
- Produtor: Lacrau
- Marca: Lacrau
- Colheita: 2025
- Tipo: Vinho Branco
- Castas: Gouveio, Rabigato, Moscatel Galego, Verdelho, Viosinho
- Vinificação: desengace total, prensagem de uvas inteiras, defecação estática, fermentação em inox, envelhecimento sobre borras finas
- Região: Douro
- Volume: 750 ml
- Álcool: 13%
- Alergénios: contém sulfitos
Declaração nutricional (por 100 ml):
- Energia: 79 Kcal / 331 KJ
- Lípidos: 0 g (dos quais saturados: 0 g)
- Hidratos de carbono: 0,8 g (dos quais açúcares: 0,1 g)
- Proteínas: 0 g
- Sal: 0 g
- Acidez volátil: 4,8
- Acidez total: 6,7
- pH: 3,24
Críticas e prémios:
- 16,5 pontos — Vinho Grandes Escolhas
- 16 pontos — Revista de Vinhos
- Medalha de Prata — Vinalies Internationales 2014 (outras colheitas)
- Medalha de Bronze — Decanter World Wine Awards 2013 (outras colheitas)
- Recomendado — Decanter World Wine Awards 2011 (outras colheitas)
Conselhos de armazenamento e serviço:
- Armazenar: garrafa deitada, a uma temperatura de 15°C, ao abrigo da luz direta.
- Servir: entre 10°C e 11°C. A esta temperatura, a mineralidade e as notas florais e tropicais expressam-se com elegância, e a acidez volumosa mantém a frescura sem agressividade.
Veredito pessoal:
O Lacrau Branco 2025 é um daqueles brancos do Douro que nos fazem repensar o que a região pode oferecer para além dos tintos monumentais. Com cinco castas autóctones num único lote, este vinho é uma enciclopédia duriense em forma líquida — cada casta contribui com a sua personalidade, e o resultado é um branco de uma complexidade e harmonia que poucos conseguem. A cor esverdeada intensa é o primeiro sinal de que estamos perante algo diferente — vibrante, jovem, cheio de energia. O nariz é uma viagem pelo Douro: a mineralidade do xisto, as flores da Moscatel, os trópicos do Gouveio, a frescura do Verdelho e a finesse do Viosinho. Na boca, a acidez doce e volumosa é a grande estrela — há frescura mas também generosidade, há nervo mas também equilíbrio. O pH de 3,24 e a acidez total de 6,7 g/L confirmam o que o palato já sabia: este é um branco com estrutura e longevidade. O final persistente é a cereja no topo — mineral, floral e memorável. Os 16,5 pontos da Vinho Grandes Escolhas e as medalhas no Decanter e Vinalies são a confirmação internacional de que o Lacrau é um branco de classe superior. E o melhor de tudo? É um vinho que se bebe com facilidade e prazer, que funciona das tapas ao peixe grelhado, e que prova que o Douro, quando quer, faz brancos que rivalizam com os melhores de Portugal. O escorpião pica — e a picada é deliciosa.
Perguntas frequentes sobre este vinho: ❓
O que torna o Lacrau Branco 2025 diferente de outros brancos do Douro?
A combinação de cinco castas autóctones — Gouveio, Rabigato, Moscatel Galego, Verdelho e Viosinho — num lote que oferece uma complexidade aromática e uma estrutura de boca raras. A maioria dos brancos do Douro utiliza duas ou três castas; o Lacrau vai mais longe, criando um vinho com mineralidade, frescura, notas florais e tropicais, e um final persistente. Os 16,5 pontos na Vinho Grandes Escolhas confirmam a sua qualidade.
O que é a defecação estática e para que serve?
A defecação estática é um processo de clarificação natural do mosto que consiste em deixá-lo repousar em repouso após a prensagem, permitindo que as partículas sólidas se depositem no fundo por gravidade. O mosto límpido é depois separado das borras grossas antes da fermentação. É um método suave que preserva a qualidade aromática do mosto sem recorrer a tratamentos químicos agressivos.
Quais são as castas e o que cada uma contribui?
O lote inclui cinco castas: o Gouveio traz corpo e notas de fruta madura; o Rabigato contribui com acidez nervosa e mineralidade; a Moscatel Galego acrescenta exuberância floral e tropical; o Verdelho oferece frescura vibrante e acidez atlântica; e o Viosinho completa com finesse e complexidade aromática. Juntas, criam um branco de grande equilíbrio e profundidade.
A que temperatura devo servir o Lacrau Branco 2025?
Recomenda-se servir entre 10°C e 11°C. A esta temperatura, a mineralidade e as notas florais e tropicais expressam-se com elegância, e a acidez volumosa mantém a frescura sem agressividade. Evite servir demasiado frio (abaixo de 8°C) para não inibir a complexidade aromática das cinco castas.
O Lacrau Branco 2025 tem potencial de guarda?
Com um pH de 3,24, acidez total de 6,7 g/L e envelhecimento sobre borras finas, este branco tem estrutura para evoluir favoravelmente durante 2 a 3 anos em condições adequadas. No entanto, a sua frescura e exuberância aromática estão no auge agora, sendo o momento ideal para o desfrutar.
O que significa o nome Lacrau?
Lacrau é a palavra portuguesa para escorpião — um animal que habita as zonas mais quentes e agrestes do Douro. O nome evoca a identidade selvagem e autêntica da região, e reflete o carácter do vinho: intenso, preciso e com uma picada de acidez que não se esquece.
Este vinho contém alergénios?
Sim, contém sulfitos, utilizados como conservante e antioxidante. Os ingredientes incluem ainda poliaspartato de potássio e goma-arábica, utilizados como estabilizadores para garantir a limpidez e a estabilidade do vinho ao longo do tempo.

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